5 DICAS INFALÍVEIS PARA MEMORIZAÇÃO DE CONTEÚDOS, LEIS E NORMAS!


5 DICAS INFALÍVEIS PARA MEMORIZAÇÃO DE CONTEÚDOS, LEIS E NORMAS!

Sempre houve uma comparação da memória humana com de computadores e máquinas. Há relatos dessas comparações já nas épocas antigas, com a máquina de vapor ou mesmo com relógio. Mas, o que se sabe mesmo é que a memória humana é extremamente complexa. Se você está estudando para concursos e deseja memorizar leis deve saber muito bem disso.

É um verdadeiro desafio saber o modo como a memória funciona e de como ela armazena dados novos, ao mesmo tempo em que preserva dados antigos. A memória do ser humano tem a capacidade de interpretar grupos de palavras, armazenar significados e juntá-los a outros futuros que ainda irão aparecer. E isto enquanto este mesmo cérebro cuida das funções corporais como respirar, olhar, sentir.
Pode-se afirmar que o cérebro humano é um supercomputador. Mas homens e mulheres não estão satisfeitos com sua própria memória e buscam cada vez mais expandi-la. Muitos desejam uma memória capaz de lidar com números, ou mesmo se apropriar dela para decorar leis, códigos e normas.

E como está chegando o seu tão sonhado concurso, vale a pena buscar novas formas de se utilizar esta dádiva, a memória, de forma mais efetiva. E aqui vão algumas dicas de como desenvolver a memória e torná-la uma aliada em tempos de provas e exames.
Não precisa de muito para que a sua memória seja exercitada, basta simples ações, que se praticadas, poderão trazer bons resultados. Seguem algumas dicas.


1 – LER MAIS DE UMA VEZ

De acordo com especialistas, na primeira vez em que você lê não há aprendizado. A memória precisa de repetição, então tenha paciência e sempre releia os textos.
Descubra a melhor maneira de ler novamente. Durante a leitura, tente recordar o que está escrito nas últimas frases. Explique para você mesmo em voz alta. Se não conseguir se lembrar, releia as últimas frases. Em seguida, fale em voz alta e sem consultar o texto. Releia quantas vezes precisar até se lembrar sozinho. Releia o texto completamente por dias seguidos até conseguir explicar para você mesmo sem consultá-lo.

2 – ESCUTAR GRAVAÇÕES

Grave uma explicação para si próprio sobre um conteúdo. Escute a gravação em algum momento livre, como no ônibus. Sua memória auditiva será estimulada. Se você faz aulas presenciais, experimente gravar a explicação do professor e escutá-la depois.

3 – FAZER RESUMO

Faça resumos ou fichamentos dos textos após a leitura, mas não durante. Esses textos que você escreve poderão ser consultados para lembrar de alguma informação rapidamente. Porém, a maior utilidade deles é fortalecer o seu aprendizado. Ao fazer o resumo, procure se lembrar sem voltar a ler o texto. Se for necessário, releia o trecho, diga o que entendeu em voz alta, e escreva depois. Evite ler e escrever ao mesmo tempo, porque a atenção diminui.

4 – MAPAS MENTAIS

Os mapas mentais procuram representar, com o máximo de detalhes possíveis, o relacionamento conceitual existente entre informações que normalmente estão fragmentadas, difusas e pulverizadas no ambiente operacional ou corporativo. Trata-se de uma ferramenta para ilustrar ideias e conceitos, dar-lhes forma e contexto, traçar os relacionamentos de causa, efeito, simetria e/ou similaridade que existem entre elas e torná-las mais palpáveis e mensuráveis, sobre os quais se possa planejar ações e estratégias para alcançar objetivos específicos.

O mapa mental se difere principalmente daquela anotação linear pura, que é quando você pega o caderno e anota tudo o que acha que é importante. Ele quebra completamente essa linearidade, pois ele já começa no meio de uma folha e os ramos vão saindo para todos os lados.
A construção do mapa mental facilita você raciocinar sobre aquilo que você está estudando, ou pelo projeto que está trabalhando. Ela estimula também seu raciocínio porque tem um formato radial, onde você vai colocando ramos sem limite.


5 – TÉCNICAS MNEMÔNICAS

Todo mundo já teve um professor do ensino médio que cantava músicas ou elaborava frases engraçadas para facilitar a memorização da tabela periódica. Técnicas mnemônicas, isto é, que facilitam a fixação de palavras ou expressões, são usadas desde a Antiguidade e podem ser uma mão na roda diante de assuntos que simplesmente precisam ser decorados.

Uma opção é o acróstico, uma frase formada por palavras cuja primeira letra é a dica para o que precisa ser lembrado. Se você quer gravar, por exemplo, os nomes dos bairros paulistanos Mooca, Penha, Belém e Carrão, por exemplo, pode usar a frase “Meu Pai Bebe Café”. Outro instrumento é o acrônimo, uma palavra formada por letras que representam outras palavras, como a ferramenta de gestão CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude).

Seja qual for, diz Estrella, a tática mnemônica deve ser usada quando existe a necessidade de gravar conteúdos sequenciais e sem qualquer relação lógica entre si. É uma opção interessante para gravar nomes ou números de leis, por exemplo.




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